Música

Dezenas de artistas denunciam uso não autorizado de músicas em campanhas políticas

Elton John, Rolling Stones, Lorde, Alanis Morrissette, Green Day e muito mais.

  Paulo C. Góis    quinta-feira, 30 de julho de 2020

Reprodução/Internet

O que Elton John, os Rolling Stones, Lionel Richie, Courtney Love, Panic! at the Disco, Pearl Jam, Sia, Aerosmith, Lorde e Linkin Park têm em comum?

Entre provavelmente muitas outras coisas, uma delas é o desejo dos políticos de manter as suas mãos sujas longe da música. A menos que tenham permissão.

Esses e dezenas de outros artistas assinaram uma carta aberta do Artist Rights Alliance, dirigida aos comitês nacionais do congresso e do senado dos Estados Unidos, democrata e republicano, pedindo a todas as partes que ponham fim à apropriação de canções populares para fins políticos sem autorização.

“Nenhum político se beneficia em forçar um artista popular a renegá-lo publicamente e rejeitá-lo”, diz a carta. “No entanto, essas controvérsias desnecessárias inevitavelmente afastam até os artistas mais relutantes ou apolíticos, obrigando-os a explicar as maneiras pelas quais discordam dos candidatos usando sua música de maneira errada. E nas mídias sociais e na cultura em geral, são os políticos que geralmente acabam do lado errado dessas histórias.”

Outros que adicionaram suas assinaturas à carta incluem Green Day, R.E.M., Sheryl Crow, T Bone Burnett, Kurt Cobain, Blondie, Jason Isbell, Elvis Costello, Rosanne Cash e Lykke Li. Mick Jagger e Keith Richards assinaram individualmente. Steven Tyler está a bordo como signatário, tanto em nome próprio como no nome do Aerosmith.


Paulo C. Góis

Paulo C. Góis

Paulo Cesar Góis, tradutor e redator. Foi introduzido por Harry Potter no mundo nerd. Desde então devorou de Duna a Sandman, e usa a fantasia e a ficção científica para tornar o universo um pouco mais mágico.

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