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Após polêmica com ‘Vingadores: Ultimato’, ministro da Cidadania assina cota para filmes nacionais

Vingadores: Ultimato chegou tomando de assalto quase todas as sessões disponíveis nos cinemas (um total de 80%).

Com isso, a indústria audiovisual brasileira viu seu espaço sendo ocupado por um monopólio da superprodução – o que não é bom para o fomento à cultura nacional, segundo especialistas da área.

Por isso o ministro da Cidadania, Osmar Terra, assinou na última segunda-feira (6) a cota de tela, que obriga cinemas do país a exibirem um percentual calculado de filmes nacionais todo ano.

Entenda a história

Estreou no dia 25 de abril o mais novo sucesso da Marvel StudiosVingadores: Ultimato.

Isso não seria um problema para as produções nacionais, como De Pernas pro Ar 3– que tem tido um ótimo desempenho no país inteiro -, se a Medida Provisória 2.228/01 não tivesse sido atropelada.

A medida estabelece uma cota para que a produção audiovisual brasileira não seja prejudicada na competição desleal com superproduções de grandes corporações internacionais, como é o caso de ‘Ultimato‘. Mas foi o que aconteceu.

As redes de cinema correram para garantir seu lucro e cancelaram a maioria das sessões de De Pernas pro Ar 3, substituindo-as em mais de 300 salas por mais lugares exibindo o filme da Marvel – até mesmo, segundo relatos, em sessões com ingressos já comprados.

Foi isso que levou o SICAV (Sindicato da Indústria Audiovisual) a denunciar as condições alarmantes em que se encontra o cinema nacional no momento. Confira a publicação da organização no Facebook:

https://www.facebook.com/sicavrj/posts/1414010398741115

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