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Após fim da “taxa de conveniência”, empresas ameaçam aumentar preço dos ingressos

Após uma ação movida pela Associação de Defesa dos Consumidores do Rio Grande do Sul contra a empresa Ingresso Rápido, a cobrança da taxa de conveniência foi considerada um abuso pela 3ª Turma do Supremo Tribunal de Justiça brasileiro.

O consenso foi de que a taxa de conveniência é uma violação da boa-fé dos consumidores, configurando uma espécie de venda casada, já que é impossível simplesmente não pagar o valor adicional ao realizar uma compra online.

Os donos de sites de ingressos, no entanto, se revoltaram e disseram que as empresas devem retaliar e repassar o fim da cobrança de taxa ao valor final dos ingressos, acarretando em aumento generalizado de preços.

O presidente da Time For Fun disse em entrevista ao Estadão que “o consumidor tem a alternativa de comprar o ingresso sem a taxa de conveniência, fazendo a aquisição nas bilheterias oficiais de cada evento”.

O dono da Ingresso Rápido, Levi Morelli, também anunciou em entrevista à Exame que pretende contestar a decisão.

Que coisa, hein? O que vocês acham?

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