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Acordo para fusão entre Disney e Fox deve ser oficializado no início de março

A fusão entre a Disney e a Fox, que já dura alguns meses, deve ser oficializada no começo de março.

A informação é da revista Variety, cujo relatório explica que a fusão está demorando a sair devido às exigências de regulação econômica – afinal, a Disney é dona de muita coisa, e o monopólio que gerará é tremendo. Ela teve de vender várias emissoras de esportes regionais para poder adquirir parcela da Fox.

O negócio foi feito pela bagatela de – pasmem – 71 milhões de dólares. Além da FOX, a Disney também comprará 60% do serviço de streaming Hulu, preparando-se para o lançamento do seu próprio, o Disney+.

Apesar disso, o Sindicato dos Roteiristas de Hollywood é terminantemente contra a ação, temendo a criação de um monopólio ainda mais gigantesco com poder para censurar e moldar tudo que é produzido artisticamente, além de um grande poderio econômico.

Na incansável busca por eliminar a competição, negócios gigantescos têm um insaciável apetite por consolidação. Disney e Fox passaram décadas lucrando com o controle oligopolista que as seis grandes empresas de entretenimento tem exercido sobre a indústria do entretenimento, frequentemente às custas dos criadores que dão poder as suas operações de televisão e cinema.

Agora, essa fusão de competidores fará nosso trabalho ainda mais difícil ao aumentar substancialmente o poder de mercado de uma corporação Disney-Fox. As preocupações levantadas por esse acordo, especialmente contra um monopólio, são óbvias e significantes. O Sindicado de Roteiristas dos EUA se opõe fortemente a essa fusão e vai trabalhar para que nossas leis anti-monopólio funcionem nesse caso.

E não são os únicos: o criador de HQs Mark Millar, criador da história de Guerra Civil, disse que ninguém sai ganhando com o monopólio da Disney.

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