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Jogadores acusam jogo do Homem-Aranha de promover ideologia policial pró-vigilância

O novo jogo do Homem-Aranha da Marvel para PlayStation 4 já provou ser um grande sucesso, mas nem todo mundo que jogou está inteiramente impressionado. Pelo menos, não apenas por bons motivos.

Alguns jogadores acreditam que o Homem-Aranha está pressionando agressivamente uma agenda política irrealista pró-policiamento sobre os jogadores, e vendendo a ideia de que uma cidade sob vigilância completa é uma boa coisa.

Um recente artigo do escritor da Deadspin, Tom Ley, lamenta o fato de que os jogadores são forçados a trabalhar em conjunto com o NYPD (New York Police Department).

Segundo Ley, o começo do jogo se resume a um único objetivo: ajudar os policiais. Ele continua:

E nem mesmo os policiais em si, mas o NYPD especificamente, porque o jogo acontece em uma representação real da cidade de Nova York. É estúpido esperar que os videogames sejam reflexos responsáveis ​​da vida real, mas também é impossível, pelo menos para mim, não sentir alguma estranheza em relação ao jogo me forçar a entrar em conluio, mesmo com uma versão fictícia do NYPD, com uma organização que rotineiramente oprime alguns dos moradores mais vulneráveis ​​da cidade em que eu moro.

Ley também detesta o fato de que o Homem-Aranha gasta um bom tempo consertando torres de vigilância para a polícia.

Essas torres são o que revelam o mapa aos jogadores à medida que progridem, mas o fato de serem chamados de “torres de vigilância” parece comunicar algum tipo de olho fantasmagórico no céu, vigiando todos os cidadãos e tudo o que eles fazem.

E aí, concordam?

 

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