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“Kong – A Ilha da Caveira” é o filme que merece o selo “puta filme pipoca que você precisa ver”

Falta pouco para completar um século que o macaco mais famoso do cinema é usado massivamente. A primeira vez que Kong chegou as telonas foi em 1933, no qual o gigantesco macaco escalava o Empire State. Quarenta anos depois ele voltou, tivemos ainda uma sequência em 1986 e um novo recomeço em 2005. Kong também teve sua fama no oriente e até virou série de televisão.

Agora, em 2017, Kong está de volta, mas ele não recebe o título de Rei (King), aqui Kong é um macaco jovem, ainda em crescimento e que está se descobrindo.

A historia de Kong: A Ilha da Caveira se passa em 1973, logo após o fim da guerra do Vietnã, e dessa vez 90% do seu tempo é focado na ilha e em seus habitantes. Não temos aqui a origem de cada personagem ou uma relação da mulher e o macaco.

Sabe o filme dirigido por Peter Jackson em 2005? Então, aquele Kong perto desse Kong é um macaco comum. Esse Kong tem uma mão maior que um helicóptero de guerra e mede mais de 30 metros de altura.

O longa ainda traz uma fotografia deslumbrante e a trilha sonora também não deixa a desejar, trazendo faixas que vão de Creedence Clearwater Revival a David Bowie, sempre entrando nas horas mais eletrizantes do filme, o que nos fazem remeter a filmes como Nascido para Mata e Bom dia, Vietnã. 

Também há destaque para Tom Huddleston, Samuel L. Jackson John C. Reilly. Reilly, que por sinal, é quem conduz praticamente toda a história, serve como alivio cômico  e situa tanto os personagem quanto quem está assistindo sobre tudo o que devemos saber da ilha, seus habitantes, Kong e alguns outros mistérios.

Vale lembrar que Brie Larson, vencedora do Oscar no ano passado como “Melhor Atriz” pelo filme “O Quarto de Jackie”, também está presente no filme, porém, foi pouco aproveitada, quase não tem falas e só serve para registrar os acontecimentos da expedição.

Kong: A Ilha da Caveira não é o melhor filme já feito sobre um monstro gigante, mas vale cada centavo gasto, cada pipoca levada a boca, cada gole de seu refrigerante. Esse filme é um daqueles filmes que você entra na sala esperando nada e sai put# satisfeito com tudo o que vê.

Nas quase duas horas de filme você praticamente não consegue respirar, e as poucas pausas para uma nova retomada de fôlego te deixam ainda mais estonteante com o que está em tela.

Kong: A Ilha da Caveira vale a pena – DEVE – ser visto em IMAX, na melhor sala, com o melhor som e a melhor tela. E, POR FAVOR, fique até o fim de todos os créditos, porque a cena que você irá ver fará você gritar e implorar para que 2020 chegue o mais rápido possível para você ver King Kong enfrentando o Godzilla.

Escrito por Vitor Cayres

Criador, 25 anos, formado em Publicidade e Propaganda, paulista e, enquanto não consegue ir para Marte, acredita que um dia teremos respostas sobre as origens dos Aliens.

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