Se você já assistiu a série da Netflix, Black Mirror, sabe que a cada episódio apresentado nas três temporadas, a tecnologia está sempre presente na vida de seus personagens.

Foi baseado no episódio que existe uma tecnologia em que os seres humanos contam com um dispositivo no olho para acessar memórias de toda sua vida, conseguindo até mesmo projetar em televisores.

Segundo o site Wired, é Theodore Berger, um engenheiro biomédico da Universidade do Sul da Califórnia, quem está por trás da tentativa, não promete o mesmo nível de eficácia do dispositivo em que vimos na série – pode até ser maior -, mas trabalha na busca de uma prótese para a memória.

A implantação do dispositivo seria  cirurgicamente no cérebro, que imitaria a função do hipocampo, principal sede de nossa memória no cérebro, ao estimular eletricamente o cérebro de um jeito que forme memórias.

O mais surpreendente desse anuncio, é que já estão sendo feitos testes, e esses testes positivos em ratos e macacos. Agora, só resta saber como seria em seres humanos.

No meio disso tudo, já surgiu até uma empresa interessada no produto, que quer divulgar o dispositivo por enquanto como um aparelho médico que pode ajudar memórias prejudicadas – testes iniciais da equipe de Berger já mostraram sucesso para este dispositivo mais simples. O objetivo futuro do CEO da empresa Kernel, contudo, é produzir dispositivos que aumentem a inteligência humana em áreas como atenção, criatividade e foco.

Parece que a frase “isso é tão Black Mirror!“, logo será amplamente utilizada.

Fonte: UOL Tecnologia

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